Prédio de 24 andares desaba em incêndio no Centro de SP

 

Edifício no Largo do Paissandu era ocupado irregularmente por cerca de 90 famílias. Bombeiros fazem buscas por desaparecidos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, 130 homens trabalham agora com 40 viaturas no combate a pequenos focos de incêndio no local e fazendo buscas com os cães. Eles estão removendo partes menores de escombros de forma manual, na esperança de encontrar alguma vítima.

 

Bombeiros fazem retirada manual dos escombros na esperança de encontrar sobreviventes

    Bombeiros fazem retirada manual dos escombros na esperança de encontrar sobreviventes (Foto: Marcelo Brandt/G1)

O Instituto de Criminalística de São Paulo analisa dois botijões de gás  encontrados nos escombros do prédio  que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu.

Segundo os peritos, um laudo será feito a partir da análise dos objetos e destroços encontrados para se chegar as prováveis causas do incêndio.

O capitão Marcos Palumbo, porta voz dos bombeiros, disse que outras hipóteses serão apuradas, como curto-circuito, por exemplo.

“Estamos todos consternados. O governo federal não medirá esforços para minorar os impactos disso e o sofrimento dessas pessoas”, afirmou em nota o ministro Antônio de Pádua Andrade, da Integração Nacional.

Pelo menos 10 pessoas subiram o prédio em chamas achando que resgate viria do alto, disse uma moradora. Outro afirmou que ouviu uma explosão, mas muita gente achou que o incêndio era no prédio ao lado. Veja os relatos de quem estava no edifício que pegou fogo e desabou  no centro de São Paulo.

“Quando ouvi o primeiro estouro subi correndo. Minha família estava dormindo e eu disse: ‘filha, filha, filha, vamos descer! O prédio está pegando fogo”, contou João de Jesus Santos, de 52 anos, que morava havia 5 anos no edifício que desabou. Leia mais sobre a história do catador de latas que escapou com a família e a cadela Mel.

 

Bombeiros usam água para resfriar os escombros

                Bombeiros usam água para resfriar os escombros (Foto: Marcelo Brandt/G1)

   Edifício Wilton Paes de Almeida: prédio que desabou em São Paulo foi projetado na década de 1960 e era patrimônio histórico. Ele era de propriedade do governo federal desde 2002 e tinha valor estimado de R$ 21,5 milhões.

O governador de São Paulo, Márcio França, disse ao SP1 que vai disponibilizar auxílio- moradia para as familias do prédio que desabou no Centro de São Paulo e foram cadastradas pela Prefeitura.

O benefício será de R$ 1.200 no primeiro mês e de R$ 400 a partir do segundo, pago por um período de 12 meses.

 

Segundo a Prefeitura, foram cadastradas 248 pessoas desalojadas de 92 famílias

Segundo a Prefeitura, foram cadastradas 248 pessoas desalojadas de 92 famílias (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 Fonte G1 SP

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